“De fato, segundo a Lei, quase todas as coisas são purificadas com sangue, e sem derramamento de sangue não há perdão” (Hb 9:22).
Na Bíblia, os conceitos de pecado sempre estão associados ao de morte e separação.  Assim é que o pecado gera a morte (Rm 6:23) e faz separação entre Deus e os homens (Ef 2:14).  Por outro lado, o tema do sangue está também intimamente ligado à vida e à união (confira os mesmos textos).
Ora, é certo que todos os homens e mulheres estão em pecado – o que gerou para nós morte e separação, carência e necessidade de Deus e de perdão.  Como pecadores estamos na possibilidade real e constante da morte por estarmos separados de Deus – que é a fonte da vida, e separados uns dos outros.  E tem mais: como a culpa do pecado exige reparação e “sem derramamento de sangue não há perdão” (Hb 9:22) então a nossa culpa de sangue perante Deus seria impagável.  A morte e separação são inevitáveis.
Mas o texto nos fala que no sangue de Cristo nossa dívida foi total e finalmente paga diante de Deus.  Na cruz que derramou o sangue de Cristo há vida e reconciliação entre a criatura caída no pecado e o Criador em sua santidade.  Cristo nos trouxe para perto de Deus – que nos mantém em vida aqui e no além, e também nos proporcionou uma verdadeira aproximação entre nós seus filhos – agora em Cristo somos um.
Realmente, o sangue de Cristo é o motivo de nossa celebração, ele nos traz vida e proximidade.  Vamos fazer de nossos encontros na Casa de Deus verdadeiros festivais de celebração do sangue de Cristo.

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